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Elevação da Produtividade Hídrica - Consumo Insustentável

 

 


Em meio há tantos desafios, a água – recurso natural até bem pouco tempo visto como inesgotável – adquire cada vez mais ares de grande desafio, uma vez que a cada ano, mais de 80 milhões de pessoas “gritam’ por seus direitos aos recursos hídricos.

Ocorre, entretanto que, quase todos os 3 bilhões – senão mais – de habitantes que por certo serão somados à população mundial no próximo meio século, nascerão em países que já penam com a escassez de tal recurso e carecem do valioso liquido da vida.

Com uma economia cada vez mais integrada, a falta ou escassez de água cruza fronteiras através do comercio internacional de grãos, haja vista que para se produzir 1 tonelada de grãos são necessárias outras 1.000 toneladas de água. Portanto a forma mais fácil de suprir a deficiência em países que sofrem com a escassez de tal recurso é a importação de grãos.

Temos que os lençóis freáticos estão atualmente caindo nas regiões produtoras de alimentos. Tal fato se deve a extração excessiva.

A extração excessiva é um fato novo, restrita praticamente a ultima metade do Séc., uma vez que somente após o desenvolvimento de bombas poderosas, adquirimos a capacidade de extrair água de aqüíferos com uma rapidez tão grande que supera a recarga feita pela chuva.


Inobstante o crescimento populacional, a urbanização aliada à industrialização aumenta a demanda pelo recurso, uma vez que a população rural deslocando-se para prédios residenciais pode facilmente triplicar o consumo de água.

Já a industrialização consome, por sua vez, mais água que a urbanização e à medida que as pessoas ascendem na cadeia alimentícia e passam a consumir mais carne bovina, suína, aves e grãos, consomem também mais água, já que para a produção de cada alimento é necessário o uso da água. 


Portanto se os governantes dos países carentes de água não adotarem medidas emergenciais e urgentes para estabilizar a população e ainda elevar a produtividade hídrica, a escassez de água será também a escassez de alimentos.  Tais governos não podem continuar a separar a política populacional do abastecimento de água.  Assim sendo, da mesma forma que os países voltaram-se a elevação da produtividade da terra há meio século quando, então, as fronteiras agrícolas desapareceram, agora é chegada a hora de voltarem-se a elevação da produtividade hídrica.


 

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Degmar Augusta da Silva

Avogada e educadora ambiental

 
 

 
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