Olá Visitante! É bom revê-lo!  

Se você já é cadastrado

faça o seu login

Usuário  
 
Senha  
 

Ainda não é Cadastrado?    
Esqueci minha senha     

Águas e Efluentes

       

Biodiesel

       

Contabilidade Ambiental

       

Desenvolvimento Sustentável

       

Ecologia

       

Educação Ambiental

       

Gestão

       

Licenciamento

       

Poluição

    

Resíduos Sólidos

       

Ajuda  
Anuncie aqui  
Blogs  
Busca Especial  
Calendário de Eventos  
Colunistas  
Diretório de Cursos  
Diretório de Empresas  
Diretório de Links  
Empregos  
Enquetes  
Pesquisas  
Promoções  

Voltar para o menu principal

 
Ar | Artigos Home Mapa do Site Contatos
 

Poluição do Ar por Aerossóis

 

 

Por Hellen Mamede, Tecnóloga ambiental

A presença de material particulado na atmosfera apresenta ocorrência natural, originada por ventos, erosão, pólen, fungos, bactérias, erupções vulcânicas, gotículas de água, terremotos, dentre outras. No entanto, a concentração e características dessas partículas no ar tem aumentado nos últimos anos, decorrente de atividades antropogênicas como queima de combustíveis fósseis, moagens, manejo de solo, atividades de mineração, construções, demolições, processos industriais, agricultura, dentre outras.

De modo geral, aerossóis são partículas de tamanho muito pequeno (de 0,002 µm a mais de de 100 µm) suspensas no ar com alta mobilidade.  Podem apresentar inúmeras substâncias químicas como ácidos, (nitratos e sulfatos), compostos orgânicos, silicones e óxidos metálicos em sua composição.

Além de afetar a visibilidade, causar danos à materiais, fauna e flora, podem causar sérios danos à saúde.

 


Figura 1 - Fio de cabelo, com diâmetro aproximado de 70 µm e um grão de areia de 90 µm, para ilustrar o tamanho de uma PM10 e PM 2,5.
Fonte: EPA (
www.epa.gov).

O tamanho das partículas está diretamente relacionado ao potencial dano à saúde que elas podem causar. Partículas menores que 10 µm, também conhecidas como respiráveis, são as mais preocupantes pois conseguem passar pelo nariz e garganta,  alcançando os pulmões. Uma vez dentro do corpo, podem causar problemas cardíacos e respiratórios.

Elas são tão pequenas que não são visíveis a olho nu, somente conseguimos enxergá-las com ajuda de um microscópio eletrônico. A figura 1, consegue ilustrar o tamanho de uma PM2,5, 30 vezes menor que o diâmetro de um fio de cabelo. 

Partículas Totais em Suspensão (PTS)
Apresentam diâmetro menor que 50 µm. Parte destas partículas são inaláveis, a outra parte afeta a qualidade de vida, interferindo nas condições estéticas do ambiente e materiais.

Partículas Inaláveis (MP10)
São as partículas menores que 10 µm. Dividem-se em:

  • Partículas Finas MP2,5 (<2,5 µm): encontradas em fumaça, fumos e neblina. São emitidas por processos industriais, usinas elétricas, incêndios, emissões automotivas. Causam problemas de visibilidade (névoas) e à saúde, pois atingem os alvéolos pulmonares e a corrente sanguínea.
  • Partículas Grossas (2,5 a 10 µm): são encontradas em construções, próximo de estradas. Ficam retidas na parte superior do sistema respiratório.

Como são formados os aerossóis?

Os aerossóis de dispersão são formados a partir da desintegração de partículas maiores de 1 µm (poeiras de moagem de carvão, gotículas de torres de resfriamento, spray provindos do oceano, ventos em solo seco).

Há também formação através de reações químicas, onde ocorre a transformação de gases em partículas sólidas. Dentre os maiores responsáveis por esse tipo de transformação, estão os poluentes orgânicos e os óxidos nitrogenados. É por isso que se controlarmos a emissão de hidrocarbonetos e NOx, controlamos também a poluição por particulados.

Composição das partículas inorgânicas

Erosão de solo, rochas, carvão: Al, Fe, Ca e Si.
Queima incompleta de combustíveis: C
Queima de óleo e carvão: Sb, Se
Queima gasolina: Pb

Composição das partículas orgânicas

Ocorrem em ampla variedade de compostos. Os compostos mais comuns são hidrocarbonetos, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), aldeídos, cetonas, peróxidos, ácidos voláteis e fenóis.

Destaque para os HAPs, que são cancerígenos e encontrados em áreas urbanas poluídas, nos entornos de fogueiras e queimadas. Uma fumaça proveniente de carvões contém mais de 1000 g/m3 de compostos de HAPs. São encontrados exclusivamente em fase sólida, adsorvido fuligem.

Controle de Aerossóis

Para que seja aplicado um sistema de remoção de partículas eficiente é importante que as mesmas sejam monitoradas e que seu tamanho e concentração sejam conhecidos.

Existem no mercado instrumentos capazes de fazer esse monitoramento em áreas externas ou internas, quantificando, qualificando e amostrando aerossóis.

Há também monitores portáteis que são colocados no trabalhador, monitorando a exposição do mesmo durante sua jornada de trabalho.


 

 

 

 

 

 
Publicidade

 
Publicidade

Assine nossos Feeds.

Saiba como!

 
Avantta Consulting

 

  Sobre Universo Ambiental | Publicidade | Fale Conosco | Política Um Projeto Juliano Pozati | New Brand Experiences